No post anterior falei um pouco sobre o meu apreço pela Europa e citei que fazer parte da UE seria um ponto positivo para a Grécia sair do atoleiro.
Fico feliz em observar que tal situação se consolidou. Vejam reportagem na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/946833-lideres-europeus-fecham-acordo-para-segundo-resgate-a-grecia.shtml
Um blog para falar sobre os assuntos do cotidiano que envolvam politica nacional, internacional, o mundo corporativa e outras coisinhas que julgar relevantes.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Europa na vanguarda.
Sempre gostei da Europa... Muitos dizem que lá é o berço do mundo e têm razão afinal, conhecemos e vivemos num mundo criado pela Europa. Os Europeus colonizaram as américas, os europeus foram responsáveis por criarem o modo de vida capitalista, os europeus são responsáveis modelo democrático vigente nos países que primam pela liberdade... Liberdade? Começou na Europa com os primeiros Iluministas....
Lembro-me que em Janeiro de 2002 Europa se destacava mais uma vez ao apresentar ao mundo o EURO. Com a união de diversos países irmãos em torno de uma única moeda, surgiu uma economia mais forte capaz até mesmo de rivalizar com a forte moeda americana. Tal mudança também permitiu a liberdade de ir e vir no continente sem a necessidade de cãmbio que envolvia taxas e conversões. Acordos comerciais entre os participantes envolvidos fortaleceram o seu comércio interno.
Agora, os jornais estão noticiando a todo momento os conflitos que estão ocorrendo na Grécia. Tais conflitos se devem a medidas que o governo terá que adotar como enxugar a máquina estatal (Leia-se funcionário publico sendo demitido), corte de benefícios, arrochos salariais e privatizações.
De fato a Grécia está endividada, com queda de receitas e desemprego nas alturas. Ora, se o país tem dívidas ele necessita de dinheiro(até mesmo para gerar empregos) logo, terá que recorrer a um banco. Neste caso, o banco é o FMI... aquele mesmo que emprestou dinheiro ao Brasil e permitiu que ele se mantivesse solvente. Pergunto então... Alguém no mundo, em sã conciência, emprestaria dinheiro a alguém que não sabe administrar os seus recursos? E se o fizer, não irá impor condicionantes? O FMI está errado em fazer exigências para um emprestimo a um país que não fez o dever de casa? Ou o FMI passou de banco a santo?
Uma possível quebradeira de um país da União Européia será muito prejudicial ao bloco e não é de interesse dos demais. O fato da Grécia fazer parte da União Européia poderá auxiliar a mesma na obtenção deste empréstimo em condições digamos,... mais amigáveis, do que se estivesse sozinha.
Quanto aos grevistas e manifestantes... devendo o direito de manifesto mas torço que o governo consiga realizar as reformas que necessitam. É melhor que passem um aperto enquanto a crise ainda tem solução do que manter artificialmente suas regalias para que seus filhos, num futuro próximo não tenham onde trabalhar ou pior, o que comer!
A Europa vai mostrar toda a sua capacidade já demonstrada através da História para lidar com esse problema e acredito piamente que saíra fortalecida.
Lembro-me que em Janeiro de 2002 Europa se destacava mais uma vez ao apresentar ao mundo o EURO. Com a união de diversos países irmãos em torno de uma única moeda, surgiu uma economia mais forte capaz até mesmo de rivalizar com a forte moeda americana. Tal mudança também permitiu a liberdade de ir e vir no continente sem a necessidade de cãmbio que envolvia taxas e conversões. Acordos comerciais entre os participantes envolvidos fortaleceram o seu comércio interno.
Agora, os jornais estão noticiando a todo momento os conflitos que estão ocorrendo na Grécia. Tais conflitos se devem a medidas que o governo terá que adotar como enxugar a máquina estatal (Leia-se funcionário publico sendo demitido), corte de benefícios, arrochos salariais e privatizações.
De fato a Grécia está endividada, com queda de receitas e desemprego nas alturas. Ora, se o país tem dívidas ele necessita de dinheiro(até mesmo para gerar empregos) logo, terá que recorrer a um banco. Neste caso, o banco é o FMI... aquele mesmo que emprestou dinheiro ao Brasil e permitiu que ele se mantivesse solvente. Pergunto então... Alguém no mundo, em sã conciência, emprestaria dinheiro a alguém que não sabe administrar os seus recursos? E se o fizer, não irá impor condicionantes? O FMI está errado em fazer exigências para um emprestimo a um país que não fez o dever de casa? Ou o FMI passou de banco a santo?
Uma possível quebradeira de um país da União Européia será muito prejudicial ao bloco e não é de interesse dos demais. O fato da Grécia fazer parte da União Européia poderá auxiliar a mesma na obtenção deste empréstimo em condições digamos,... mais amigáveis, do que se estivesse sozinha.
Quanto aos grevistas e manifestantes... devendo o direito de manifesto mas torço que o governo consiga realizar as reformas que necessitam. É melhor que passem um aperto enquanto a crise ainda tem solução do que manter artificialmente suas regalias para que seus filhos, num futuro próximo não tenham onde trabalhar ou pior, o que comer!
A Europa vai mostrar toda a sua capacidade já demonstrada através da História para lidar com esse problema e acredito piamente que saíra fortalecida.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A questão do desarmamento.
A recente tragédia ocorrida em Realengo no Rio de Janeiro trouxe novamente a tona o debate sobre a questão do desarmamento.
No Brasil, com base em estatísticas que apontavam que somente em 2002 morreram 38mil pessoas por arma de fogo , os defensores do desarmamento, defenderam sua tese acreditando que desarmando a população civil tais números cairiam. Um estudo realizado pelo Programa Delegacia Legal do RJ apontou que das 86849 armas envolvidas em homicídios, apenas 33% delas eram registradas e em contrapartida os 67% restantes eram contrabandeadas ou sem registro.
No entanto, somente as estatísticas divulgadas não permitem ao cidadão comum estabelecer um juízo de valor a respeito do assunto. Algumas perguntas deveriam ser respondidas como: Dos 33% de armas envolvidas em homicídios registradas, quantas pertenciam a um policial, agente penitênciário ou agente público no exercício de sua profissão? As armas registradas estavam com o respectivo dono por ocasião do homicídio ou nas mãos de terceiros como fruto de roubo ou outra razão?
De fato, as pessoas que defendem o desarmamento desejam diminuir a violência através da restrição do armamento ao cidadão comum. Crimes são praticados por indivíduos que vivem a margem da sociedade e não pelo cidadão comum. Diferente do que pensam tais defensores, desarmar a população civil não contribui para a redução dos crimes violentos.
Os Estados Unidos são um exemplo claro do funcionamento desta lógica. O país é conhecido mundialmente por possuir lojas de armas no entanto, a sua posse obedece a legislações diferentes dependendo do Estado. Washington, Chicago, Nova York e o estado da Califórnia apresentam os maiores índices de criminalidade. Até então eram, os lugares em que a legislação era mais restritiva com a posse de armas. Washington mudou a sua legislação em 2008, autorizando o porte de armas. Posteriomente em matéria do Washington Times datada de 21 de janeiro de 2010, foi apontado queda no índice de homicídios na ordem 25%.O seu editorial concluiu que sempre que um país aprova o desarmamento, seus indices de criminalidade aumentam. Seguem outros dois exemplos:
- Gran Bretanha: Baniu o porte de armas em 1997. Seus homicídios tiveram aumento de 50% já no ano 2000.
- Austrália: Restringiu o porte de armas também em 1997.Houve aumento no número de homicidios a partir de 2001 e o número de assaltos a mão armada aumento em 166%.
Mas como, permitir que o cidadão de bem tenha a posse de armas, contribui para a redução dos índices de criminalidade? Essa é a pergunta chave que devemos fazer e acredito que a razão é muito simples.
Bandidos geralmente aproveitam momentos de distração da vítima ou de sua fragilidade para poderem praticar seus crimes. Cientes que a sua vítima não possui nenhuma forma de defesa, a prática do crime torna-se mais fácil. Se as pessoas portarem armas para sua legítima defesa, estariam menos propensas a sofrerem violência uma vez que ao bandido, caberá uma grande dúvida. Será que ele/ela está armado?
Fontes:
- Armas de fogo
- Restringir não é solução - Super Interessante
- Pela defesa legítima
- Origem das armas de fogo
No Brasil, com base em estatísticas que apontavam que somente em 2002 morreram 38mil pessoas por arma de fogo , os defensores do desarmamento, defenderam sua tese acreditando que desarmando a população civil tais números cairiam. Um estudo realizado pelo Programa Delegacia Legal do RJ apontou que das 86849 armas envolvidas em homicídios, apenas 33% delas eram registradas e em contrapartida os 67% restantes eram contrabandeadas ou sem registro.
No entanto, somente as estatísticas divulgadas não permitem ao cidadão comum estabelecer um juízo de valor a respeito do assunto. Algumas perguntas deveriam ser respondidas como: Dos 33% de armas envolvidas em homicídios registradas, quantas pertenciam a um policial, agente penitênciário ou agente público no exercício de sua profissão? As armas registradas estavam com o respectivo dono por ocasião do homicídio ou nas mãos de terceiros como fruto de roubo ou outra razão?
De fato, as pessoas que defendem o desarmamento desejam diminuir a violência através da restrição do armamento ao cidadão comum. Crimes são praticados por indivíduos que vivem a margem da sociedade e não pelo cidadão comum. Diferente do que pensam tais defensores, desarmar a população civil não contribui para a redução dos crimes violentos.
Os Estados Unidos são um exemplo claro do funcionamento desta lógica. O país é conhecido mundialmente por possuir lojas de armas no entanto, a sua posse obedece a legislações diferentes dependendo do Estado. Washington, Chicago, Nova York e o estado da Califórnia apresentam os maiores índices de criminalidade. Até então eram, os lugares em que a legislação era mais restritiva com a posse de armas. Washington mudou a sua legislação em 2008, autorizando o porte de armas. Posteriomente em matéria do Washington Times datada de 21 de janeiro de 2010, foi apontado queda no índice de homicídios na ordem 25%.O seu editorial concluiu que sempre que um país aprova o desarmamento, seus indices de criminalidade aumentam. Seguem outros dois exemplos:
- Gran Bretanha: Baniu o porte de armas em 1997. Seus homicídios tiveram aumento de 50% já no ano 2000.
- Austrália: Restringiu o porte de armas também em 1997.Houve aumento no número de homicidios a partir de 2001 e o número de assaltos a mão armada aumento em 166%.
Mas como, permitir que o cidadão de bem tenha a posse de armas, contribui para a redução dos índices de criminalidade? Essa é a pergunta chave que devemos fazer e acredito que a razão é muito simples.
Bandidos geralmente aproveitam momentos de distração da vítima ou de sua fragilidade para poderem praticar seus crimes. Cientes que a sua vítima não possui nenhuma forma de defesa, a prática do crime torna-se mais fácil. Se as pessoas portarem armas para sua legítima defesa, estariam menos propensas a sofrerem violência uma vez que ao bandido, caberá uma grande dúvida. Será que ele/ela está armado?
Fontes:
- Armas de fogo
- Restringir não é solução - Super Interessante
- Pela defesa legítima
- Origem das armas de fogo
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